Eu ando tão cansada de tudo. Da minha vida, das pessoas, da minha nostalgia, das falhas repetitivas, das provas, dos professores. Das responsabilidades, das ausências, das deficiências, das incertezas. De 2010. De Setembro.
Você nunca vai entender o que eu quero, você nunca vai fazer o que quer. Você sempre vai ficar em cima do muro, para na primeira oportunidade pular para o lado que mais lhe favorece. Você nunca vai impedir que as fases da lua te modifiquem, você nunca vai me dar o que quero. Você nunca vai entender, você nunca vai fazer, você nunca vai ser. Você já foi, mesmo sem ser.