E como dizia Renato Russo... Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão? É.... temo em concordar com esta frase, mas convivo com a realidade da mesma (infelizmente ou felizmente, sei lá, meus sentimentos são sempre doidos). Para várias coisas existe a tal da ambiguidade, e para as "coisas" do coração (sentimentalmente falando) pode ter certeza que não há diferença.
Ahh... o amor! O amor é um sentimento cruel, nos faz sofrer, ser feliz demasiadamente, nos cega, rouba palavras e nos deixa crédulos feito criança. Mas quem se habilita a atirar a primeira pedra ao dizer que não se caracteriza de tal forma quando está amando? E não me refiro ao amor somente em relação namorado-namorada/esposo/esposa e muito menos mulher-homem (já que não é desde hoje que temos uma certa convivência com outras preferências sexuais), e sim a todo e qualquer tipo de amor que alguém possa sentir! Eu posso ter tido inúmeras desilusões amorosas, contudo, não necessariamente com um homem, quiçá garoto, quão juvenil quanto a mim. O amor é meio inexplicável, meio confuso, um terço doloroso, dois terços maravilhoso e totalmente imprevisível. Nos leva a agir impulsivamente, a proferir frases por vezes profundas assim como outrora tolas... e é incrível como uma pessoa quando chega em seu estado "pós-amor" encontra facilmente defeitos na pessoa amada (sim, porque deixar de amar não é tão fácil e rápido quanto lhe conforta aconselhar) e se faz várias pergunta do tipo "Como eu não via isso?". É... não tenho tempo e muito menos sapiência o suficiente para lhes dizer algo filosófico tão foda (desculpe a expressão, mas não resisti à esse meu hábito :D) a ponto de "saírem" daqui com uma visão diferente sobre esse sentimento repugnante, sendo assim, deixo aqui, por escrito meras palavras de uma aprendiz.
sábado, 18 de abril de 2009
E quem irá dizer...
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